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Pároco Frei Alfredo Francisco de Souza, SIA.


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segunda-feira, 5 de março de 2012

3º ENCONTRO FORMATIVO DAS COMUNIDADES INACIANAS DE BAURU

ENCONTRO EM 04/03/2012


As novas Diretrizes Gerais da Ação 


Evangelizadora da Igreja no Brasil, aprovadas


 os anos de 2011 a 2015


AS 5 URGÊNCIAS DA IGREJA:

1ª. IGREJA EM ESTADO PERMANENTE DE MISSÃO

2ª. IGREJA CASA DA INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ

3ª. IGREJA LUGAR DE ANIMAÇÃO BÍBLICA DA VIDA E DA PASTORAL

4ª. IGREJA A COMUNIDADE DE COMUNIDADES

5ª. IGREJA A SERVIÇO DA VIDA PLENA PARA TODOS





AS 5 ATITUDES:

1ª. CLAREZA DE IDENTIDADE

2ª. CLAREZA DE DOUTRINA

3ª. MISSÃO CLARA E DEFINIDA

4ª. TER REPUTAÇÃO

5ª. FORÇA DA MARCA


Momento da Missa, antes do Encontro

Momento da Missa, antes do Encontro

Momento da Missa, antes do Encontro

Momento da Missa, antes do Encontro

Momento da Missa, antes do Encontro


Jairo e sua família promovem Campanha para Acervo de Imagens da Exposição de Nossa Senhora

No Teodrómos - Frei Alfredo apresenta a agenda da Semana Santa

No Teodrómos - Frei Alfredo apresenta a agenda da Semana Santa 


 
Início do encontro - retrospectiva 1º Encontro: A Identidade e Características de uma Paróquia Inaciana.
             2º Encontro: Paróquia Torna-te o que tu és.

1ª. IGREJA EM ESTADO PERMAMENTE DE MISSÃO 
Ide pelo mundo inteiro e anunciai  a Boa Nova a toda criatura - Mc 16-15
Momentos de louvor no Encontro

2ª. IGREJA CASA DA INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ
Igreja lugar de animação.  2º Tim. 3-16
3ª. IGREJA LUGAR DE ANIMAÇÃO BÍBLICA DA VIDA E DA PASTORAL
A proposta de cada pastoral reunir-se uma vez por semana ou por mês para rezar com seu grupo 



Grupo de Canto presente


Reunião dos grupos

Momentos de leituras das passagens Bíblicas


4ª. IGREJA A COMUNIDADE DE COMUNIDADES


Reunião dos grupos



Reunião dos grupos

Reunião dos grupos

5ª. IGREJA A SERVIÇO DA VIDA PLENA PARA TODOS
Jo 10,10  - Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância.

Reunião dos grupos


AS 5 ATITUDES:

1ª. CLAREZA DE IDENTIDADE: 
Firmeza - Ser católico é fazer afirmações ousadas;
Ser católico é ter na Igreja uma família;
Ser católico é ter heróis e heroínas;
Ser católico é sempre ter algo a comemorar;
Ser católico é basear a vida numa riquíssima espiritualidade;
Ser católico é ter posição firme sobre a paz, a justiça e a vida; 
Ser católico é pertencer  a uma Igreja que tem influência nas tensões do mundo;
Ser católico é ser membro de uma Igreja que criou e mantém até hoje inúmeras instituições e preservou a arte e a cultura.

2ª. CLAREZA DE DOUTRINA - Direito Canônico e o Catecismo da Igreja Católica

3ª. MISSÃO CLARA E DEFINIDA 

4ª. TER REPUTAÇÃO

5ª. FORÇA DA MARCA - A CRUZ  DE CRISTO


Momentos do Encontro - Frei Cícero expõe sobre a Paróquia São Paulo Apóstolo

 Representantes dos seis grupos expõem as sugestões
A CONTINUIDADE:  pistas concretas para as cinco urgências e as cinco atitudes.


Momentos do Encontro

Frei Alfredo apresenta à Comunidade os Aspirantes que chegaram no Convento Santo Inácio, Mártir

Jairo e sua família promovem Campanha para Acervo de Imagens para Exposição de Nossa Senhora



sábado, 3 de março de 2012

ESTE É O MEU FILHO AMADO: ESCUTAI-O!

Neste segundo domingo da Quaresma, a Liturgia da Palavra convida a todos a lançar um olhar profundo sobre a própria fé e nos encoraja a perguntar: “eu tenho fé, de fato? Que tipo de fé é a minha"? Isso mesmo, porque às vezes se confunde. Pensa-se, muitas vezes que crer, é ter certa opinião, primar por alguns valores ou ter alguns princípios. Na verdade, nem mesmo o fato de ir à missa, por si só, ou pertencer a algum movimento ou grupo religioso é sinal de que se tem fé. Muitos dizem acreditar que “algo” ou “alguém” deve existir, ou ainda, que alguma coisa superior deva existir. Pois bem, as leituras de hoje afirmam que fé é outra coisa!
Para tanto, a primeira grande figura que encontramos é Abraão. Ele é chamado a dirigir-se ao Monte Moriá para fazer a escalada mais difícil da sua vida: “Toma o teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, e oferece-o em holocausto sobre um monte que eu te indicar”. Mas como?! Isaac é o filho da promessa, aquele tão esperado, fruto de orações e lágrimas, gerado na velhice, quando tudo parecia impossível! Isso é muito pior do que ter-lhe pedido a própria vida!
Agora podemos compreender o motivo pelo qual Abraão foi constituído o Pai de todos os que tem fé. Estamos diante de um homem capaz de comprometer-se com o Senhor, ao dizer, “Eis-me aqui”!
Fomos criados por Deus, essencialmente, para uma relação de comunicação com Ele que nos impele a viver a experiência de responder: “Eis-me aqui”.  Abraão é o exemplo de todos aqueles que compreenderam que os projetos de Deus tem sempre um propósito bom, belo e maior e, portanto, daqueles que com toda a liberdade respondem: “Eis-me aqui”. Ao agir assim, ao dar essa resposta, Abraão coloca-se na estrada, estende a mão para sacrificar o que lhe é mais caro e precioso!
O salmista exprime também a sua fé rezando: “Guardei a minha fé mesmo dizendo, é demais o sofrimento em minha vida”! A palavra hebraica que traduz o verbo crer, “he’emin” , tem a mesma raiz da palavra que nós utilizamos no final de todas as nossas orações e que mantivemos sem tradução: Amém! Esta palavra não significa apenas “assim seja”, mas exprime a convicção de que aquilo que se acabou de dizer é certo, válido, sólido e, portanto, podemos confiar.
O verbo “crer”, na bíblia supõe, portanto, uma atitude de fé certeira, digamos assim, porque se apoia sobre algo estável, forte e sólido como a rocha. O crer, então, segundo a bíblia, na verdade, não é acreditar que exista ou um “ser superior” qualquer, ou acreditar que ele seja isso ou aquilo, que age dessa ou daquela forma. Isso vem depois. Crer é, acima de tudo, crer em alguém, confiar em alguém, confiar que este alguém está comigo e me apoia porque sempre que estou em desequilíbrio, recordo-me que Ele é a minha rocha. Se não existir este ato de abandono em Deus, de nada valerá conhecer toda a doutrina, o Catecismo ou a própria Teologia.
Deus constrói uma ponte na direção do homem para que este possa entrar num relacionamento de comunicação, num intercâmbio de profunda comunhão que vence o seu medo e o torne estável. É também essa verdade que São Paulo expressa com grande emoção na segunda leitura: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Deus que não poupou Seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos daria tudo junto com Ele”? É por isso que nada e nem ninguém pode fazer vacilar aquele que põe a sua confiança em Deus!
Abraão foi a um Monte com o seu filho Isaac. O Evangelho nos fala de outro Monte para o qual Jesus levou consigo Pedro, Tiago e João. Não fala de nenhuma tensão, não se detém no medo ou sacrifício. Pelo contrário, expressa a beleza e o quanto é bom estar ali: “é bom estarmos aqui”, sobretudo porque tudo é bonito, luminoso, brilhante, calmo e radiante. Parece mesmo que a fé seja um “opcional”. Isto é, tudo ao redor leva a ter a melhor e maior das experiências, sem muita exigência da parte dos discípulos, a não ser apreciar. Mas a luz verdadeira, a calmaria, a luminosidade, o brilho e a candura que estão sentindo, provém de Jesus transfigurado, sinal evidente da Sua divindade.
O fato de os discípulos testemunharem a glória de Jesus, constitui uma experiência na qual é fácil e exultante estar do lado do Mestre, pois está evidente que as Escrituras se cumprem n’Ele, sobretudo com a presença de Moisés e Elias, representantes de toda a Lei e dos Profetas, atestando essa verdade. Ali, naquela montanha e naquela experiência estupenda, não custa nada crer que Ele é o Filho do Deus Altíssimo, esperança de Israel. Pedro até sugere a preparação de três tendas para estabelecerem-se naquela experiência, eternizando aquele momento em que estariam sempre junto d’Ele.
A Palavra de Deus hoje nos permite contemplar dois montes, mas acredito ainda que nos falta contemplar outro Monte. Refiro-me àquele que está no horizonte do “Eis-me aqui” de Jesus. O Monte das Oliveiras, no Getsêmani. Nesse Monte, os mesmos discípulos, desta vez, não verão nenhuma luz, nem brilho, nem calmaria e muito menos beleza, glória ou esplendor para deixá-los extasiados. Pelo contrário, perceberão apenas as sombras que indicarão a situação oposta e que tomará também o coração de cada um deles e os levará a pensar, não em permanecer ao Seu lado, mas a pensar “como é possível que este homem, tomado pela angústia e suando sangue, não mais “trans-figurado”, mas “des-figurado”, seja o Filho de Deus”?
Pedro e os outros O abandonam. Há pouco tempo, quando Jesus mostrou-lhes a Sua glória, transfigurando-Se, tinham escutado a voz que vinha da nuvem: “Este é o meu Filho amado! Escutai o que Ele diz”! “Escutai-O”, isto é, Creiam n’Ele! Mas ali tinha sido tão fácil crer n’Ele, que aquelas palavras saídas da nuvem pareciam supérfluas. Na verdade, elas se destinavam a outro momento; serviriam para a experiência em outro monte, o das Oliveiras, durante a Sua “desfiguração”. Destinam-se ao momento de provação.
O ato de crer, o confiar em Deus, comporta também o conservar a lembrança, isto é, o fazer memória das Suas palavras, dos Seus dons, dos momentos de luz, especialmente quando as sombras nos envolvem e o torpor nos impulsiona a fechar os olhos diante da realidade da qual queremos nos afastar. Os momentos de luz são como os pilares de uma ponte que Deus projeta entre Ele e nós. Esta ponte, isto é, a fé é, verdadeiramente, a mais incrível que se possa realizar, porque o seu fundamento, não somos nós com a nossa fragilidade que nos leva a querer nos afastar do que é sombrio, triste a difícil. Não. O fundamento é a rocha, isto é, o próprio Cristo. Somente um fundamento assim será capaz de manter a pessoa de fé, porque aceita alicerçar-se n’Ele! E então, será anulada toda a distância entre o homem e Deus, entre a Terra e o Céu (Gn 1,51); e se realizará a plena comunicação de um Deus que se deixa conhecer sempre mais, e haverá uma comunhão de amor com os homens e entre os homens! Isso, de fato, acontecerá, quando de todos os tipos de Montes e Montanhas do mundo, aceitarmos o convite do Pai: “Escutai-O”! (Frei Alfredo Francisco de Souza, SIA – Superior dos Missionários Inacianos – formador@inacianos.org.br – Website: www.inacianos.org.br).

sexta-feira, 2 de março de 2012

MISSA COM BENÇÃO DA ÁGUA E APRESENTAÇÃO DE CRIANÇA - 26/02/2012

ASSEMBLÉIA ABENÇOADA COM A ÁGUA QUE SIMBOLIZA O NOSSO BATISMO

E

APRESENTAÇÃO DA CRIANÇA




















MISSA SETOR A EM 29-02-2012

COMUNIDADE DE COMUNIDADES

SETOR "A"














HORA SANTA - TEMPO DA QUARESMA - ANO VOCACIONAL INACIANO

HORA SANTA

TEMPO DA QUARESMA

.... Cristo, em oração, sentiu uma angústia mortal, ‘seu suor tornou-se como gotas de sangue que caíam no chão’ (Lc 22,44)









.... prostrou-se com o rosto por terra e rezou: “Meu Pai, se for possível, afastai de mim este cálice!

“Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, que vossa vontade seja feita”!”








Vede, Senhor, nossa fraqueza e socorrei-nos.