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Pároco Frei Alfredo Francisco de Souza, SIA.


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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Não foram vocês que me escolheram!

"Não foram vocês que me escolheram, mas fui eu que escolhi vocês. Eu os destinei para ir e dar fruto, e para que o fruto de vocês permaneça" (Jo 15, 12-17). Com esta Palavra de Jesus em nossos corações, fomos enviados aos trabalhos festivos e missionários de nossa Paróquia, no dia 07/11/2010, na missa das 19h30, pelo nosso pároco Frei Alfredo. 
Festivos: para os trabalhos da festa de nossa padroeira, Santa Luzia, que comemoramos no dia 13 de dezembro, quando esperamos acolher todos os que aqui vem para fazer suas orações e nos prestigiar em nossa festa social. 
Trabalhos Missionários: Iniciamos nos setores a Novena de Natal e o trabalho de visitas às famílias com o novo recadastramento, para que assim possamos atingir nosso objetivo maior: "Ser Igreja em estado permanente de missão". A Igreja tem meios para chegar a Deus: fé, gratidão, serviço, perdão, amor, generosidade, humildade, partilha e comunhão. Olhando as atitudes de Maria e de José, possamos aprender com Ele como se vive de acordo com a vontade do Pai. Que estes dias de preparação ao nascimento de seu Filho, Deus nos ajude a, também, preparar nossos corações para que Ele nasça em cada um de nós. 


(Aparecida Cabelo - CPP)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Por um Natal Cristão

O Natal, talvez até mais do que outras festas cristãs, inclusive os domingos, foi atingido por uma onda de secularização, o que reduziu o acontecimento central da história humana a uma orgia de consumismo. Nascimento de quem? Muitos ainda se perguntam. A celebração, que deve ser o Menino Jesus, é eclipsada pela figura bonachona do papai Noel. Em vez da Gruta de Belém, as lojas e no lugar da Graça da Redenção, os presentes. O fenômeno nos entristece, mas não nos surpreendente. Um certo paganismo está sempre escondido em cantinho do coração do homem, enquanto o ser cristão, de fato, é uma graça que deve ser continuamente buscada conservada. O mundo comemora seus mitos, mas o cristão não pode permitir ser capturado por eles. É essencial que, pelo menos, os cristãos vivam o Natal como um evento de fé e de graça. Ou seja, a festa do Natal é o nascimento de Jesus Cristo. É na noite de 25 de dezembro, há mais de dois mil anos atrás que o Filho de Deus feito homem foi dado ao mundo pela Virgem Maria. Nós celebramos com grande solenidade este acontecimento central do cristianismo, porque nossa fé tem como ponto de referência da pessoa de Jesus. Celebramos a festa da Anunciação, quando a Palavra de Deus, pelo Espírito Santo, encarnou-se no seio de Maria. Nove meses após a cheia de Graça dá à luz o Filho, que é ao mesmo tempo, seu Filho e Filho de Deus, O Menino que Maria e José, juntamente com os pastores que correram para o canto dos anjos, adoram e encontram numa manjedoura é o Salvador o mundo. A imensa grandeza do Natal corresponde à grandeza daquele que é festejado. É uma grandeza divina, porque o coração da fé cristã é a divindade de Jesus Cristo. Olhando para aquela criança que Maria carregava em seus braços, vemos o rosto de Deus. Mas será possível ver a face de Deus com nossos olhos? Sim, é possível porque Deus enviou a Sua Palavra para que se fizesse carne e para que se tornasse semelhante a nós em tudo, exceto no pecado. O rosto de Deus que o Natal nos apresenta é o rosto da ternura, da humildade e da familiaridade. Olhando para aquele menino que sorri para nós, abrindo os braços, como podemos ter medo de Deus? O menino nos comunica um Deus acessível, acolhedor e merecedor da nossa confiança, muito mais do que os grandes deste mundo. Maria, que O carregou nove meses no útero e que O gerou no frio de uma noite de inverno, o aproxima ainda mais de si mesma, porque carrega o sinal visível da sua semelhança.  Será que os pastores notaram como aquele Menino divino se parece com sua Mãe? O Natal cristão é exatamente assim quando é fundamentado na fé. Para celebrá-lo de verdade é preciso renovar, com firmeza, a nossa fé na divindade daquele Menino. O Filho de Maria é o Filho de Deus. Por isso Ele é o único Salvador do mundo. É o único porque, somente d`Ele e de nenhum outro podemos, podemos dizer, "é verdadeiro Deus e verdadeiro homem." E é por isso que o Concílio de Éfeso proclamou solenemente Maria, a "Mãe de Deus". O significado desta expressão é voltado, principalmente, para o Filho de Maria, que não é uma criança como outra qualquer, mas o Filho do Pai que assumiu a nossa natureza humana. Mas, ao mesmo tempo indica a grandeza infinita de Maria, que O concebeu, em primeiro lugar na fé e, em seguida, na carne, Aquele que é "Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro.” O Natal é um acontecimento de fé que se renova cada vez que celebramos. No Natal, a Igreja não só comemora o nascimento do Redentor, mas, sobretudo o revive. De fato, Jesus Cristo está vivo, ontem, hoje e sempre, e agora Ele dá à sua Igreja a graça do Natal. O evento, que Maria, José e os pastores vislumbraram na realidade histórica, hoje somos chamados a revivê-lo em nossos corações. O que aconteceu em Belém deve ser renovado no coração de cada cristão. De que maneira? Antes de mais nada, precisamos preparar o berço de nossos corações, porque é nele que nasce de novo o Salvador do mundo. A tradição unânime enfatiza que o Natal deveria ser um avivamento interior. Ainda que o preceito cristão aconselhe procurar a celebração do perdão, através do Sacramento da Misericórdia ao menos uma vez ao ano na ocasião da Páscoa, as pessoas deveriam sentir a necessidade de purificar o coração, especialmente no Natal. Talvez porque se perceba, com os olhos da fé, que é no coração de cada um de nós que se celebra o evento do nascimento do Redentor. O sistema de mercado com sua esfuziante propaganda nos leva a esquecer essa verdade. É uma trágica ilusão pensar que se pode celebrar o Natal de Cristo sem buscar viver a Graça de Deus, sem vivenciar o seu verdadeiro sentido: Redenção, renovação, esperança e paz! Com o coração purificado, estamos prontos para experimentar o evento da Graça. É a graça da humildade, da infância espiritual, do carinho e da paz. Aceitar essa graça que o Salvador nos dá é reviver a alegria e admiração dos pastores que contemplam a Deus no sorriso de uma criança. Esta é a essência do Natal. Mas não é tudo.  É essencial fazer um caminho de preparação com sua família, seus amigos e sua comunidade. Os cristãos tem esse desafio para continuar celebrando o Natal do Senhor no seu sentido mais pleno. É necessário, de fato, tomar cuidado, porque até mesmo nós que professamos a fé corremos o risco de sermos cooptados por estes tempos áridos de materialismo e paganismo, um tempo que nos trouxe o absurdo de ser a coisa mais natural celebrar um Natal sem Cristo. Os símbolos cristãos do Natal são importantíssimos para contrastar com os vislumbrantes e arquitetônicos enfeites decorativos natalinos nos shoppings, ruas e comércios que ignoram, parece que, de propósito, a presença de Cristo, dando a impressão de que, foi o papai Noel que, mais tarde, deu a vida pela humanidade, na cruz. E os presentes? Eles são bem-vindos também, como expressão de um coração realmente Natalino, reconciliado e cheio de bondade. Como era muito mais significativo quando as crianças esperavam e pediam os presentes ao menino Jesus! Ele mesmo, o único a ser celebrado, espera ansiosamente um presente! O nosso coração que criou para Si mesmo e que só encontrará descanso, alegria verdadeira e paz em Seu amor. Frei Alfredo Francisco de Souza, SIA.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Olhe as pessoas nos olhos

Diga sempre "muito obrigado."

Diga sempre "por favor".
Seja o primeiro a dizer "olá". 
Devolva tudo o que pegar emprestado.
Sorria muito, não custa nada e não tem preço.
Lembre-se do aniversário dos amigos. 
Quando alguém contar alguma coisa importante que lhe aconteceu, não tente superá-lo.

As pessoas também têm o direito de aparecer.
Jamais prive uma pessoa de esperança, pode ser que ela só tenha isso. 

Elogie em público, 
Critique em particular.
Não aborreça as pessoas com mais problemas.
Procure reavivar antigas amizades. 

Nunca desperdice uma oportunidade de dizer a uma pessoa o quanto a ama.
Nunca subestime o poder de uma palavra ou de uma ação gentil.

Nunca ria dos sonhos alheios. 
Em caso de discordância, exponha seus pontos de vista sem pretender ridicularizar os entendimentos dos outros.
Quando alguém lhe fizer uma pergunta  da qual  não gostaria de responder, sorria e pergunte: "por que quer saber?" 
Não admire as pessoas pela sua riqueza, mas pelos meios criativos e generosos do qual elas dispõem.
Não traia nunca uma confidência.
Não deixe que uma pequena desavença prejudique uma grande amizade. 
Dê às pessoas mais do que elas esperam, e faça-o alegremente. 

Lembre-se de que o tempo que leva para que duas pessoas se
tornem amigas  nunca é tempo desperdiçado.

Saiba compreender as imperfeições de seus amigos com a mesma presteza
com que sabe compreender as suas próprias.

Seja aberto e acessível, a próxima pessoa que  conhecer 
pode se tornar o seu melhor amigo. 

Seja o primeiro a perdoar.
Quando disser "sinto muito", olhe nos olhos.
Quando um amigo ou uma pessoa amada ficar doente,  lembre-se de que esperança e pensamento positivo são remédios fortíssimos. 
Passe a vida levantando o ânimo das pessoas e nunca as colocando para baixo.

Peça desculpas imediatamente quando perder a paciência.
Estimule sempre qualquer pessoa que esteja tentando melhorar, 
mental, física ou espiritualmente. 

Lembre-se de que o princípio mais profundamente enraizado 
na natureza humana é a ânsia por ser apreciado.
VOCÊ NÃO PRECISA DE MUITO PARA
SER E FAZER ALGUÉM FELIZ.

Oração de Santa Luzia

Ó Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver, as belezas da criação, o brilho do sol, o colorido das flores, o sorriso das crianças.
Conservai também os olhos da minha alma, a fé, pela qual eu possa conhecer meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá onde vós, Santa Luzia, vos encontrais, em companhia dos Anjos e Santos.
Santa Luzia,  protegei meus olhos  e conservai  a minha  fé.
Amém

Projeto de reforma da Capela Santa Maria Goretti

                           
No dia 25 de novembro, continuamos a discutir o projeto de reforma da Capela Santa Maria Goretti. Na reunião com o pároco estiveram presentes o engenheiro, Sr Almeida, a coordenação do Conselho Paroquial de Pastoral (CPP) e do Conselho Administrativo Paroquial (CAP), como também as coordenadoras da Capela.  O projeto compreende a ampliação do presbitério, a construção da Capela do Santíssimo, a Sacristia e os sanitários externo e interno. Para um maior conforto dos fiéis, através de uma melhor ventilação, pretendemos ampliar as janelas e a colocação de duas portas laterais.  O Sr. Almeida, engenheiro que já acompanhou a construção de nossa igreja matriz de Santa Luzia também lembrou do necessário trâmite de regulamentação. O custo de toda a obra citada acima, além da pintura e colocação do forro que foi necessário ser removido porque estava deteriorado e apresentando riscos é de R$ 72.000,00 (setenta e dois mil reais). Para isto estamos lançando mais uma vez a campanha “NOSSA IGREJA, NOSSA HERANÇA, NOSSA ESPERANÇA” e contamos com a colaboração dos moradores do Jardim Araruna e todos os fies paroquianos de Santa Luzia, como em todas as campanhas anteriores, com muito êxito. Foi através delas que conseguimos alcançar os objetivos passo a passo de nossa igreja matriz que hoje está belíssima e finalizada. Desde já, agradecemos a todos os que vão aderir, de coração e com boa vontade e pedimos que Santa Maria Goretti interceda a Deus por todos.

Devotos de Santa Luzia

Anésia Tiritan Maximino
Aguinaldo José Gonçalves
Antonio Alves
Alice Ferreira Gonçalves
Alfeu  Talon
Ana Paula Techi Peloso
Aneide Martinelo Bailoni
Antônio Batista Machado
Antonio Carlos de Nicolai
Amabile Luiza Cássio Vieira
Amélia Costa Lopes e família
Angela Maria Gomes
Aparecida Franco Milare
Benedita Bento Messias
Catarina Mondelli Malandrino
Célia Maria Rodrigues Madureira
Cleuza Aparecida Cruz dos Santos
Carlos Miranda da Silva
Carlos  R. Silva
Camila Cesar Nunes
Carmem de Almeida
Consilia Neves
Dalva Lima  Delgado
Dejanira Alves Fahl
Dosulina Dallaqua Nardine
Durval e Júlia Thomazini
Edna do Carmo Quessada
Edna Aparecida Sarto Miedes
Edevar Roberto  Zaratini
Elena T. Yamato Cardoso
Eliane Thomazine de Almeida
Elizete Maria Salim
Elvira Sardinha Madureira
Emirene Buscariolo
Eva Maria de Oliveira Alfredo
Érida Segato Jacinto
Felicidade Texeira de Rezende
Flávia Luzia Guerreira Brasil
Francisca Lopes Cacere
Francisco Capello Neto
Gerson Alves de Souza
Hotel e Restaurante Reghine Ltda
Ilda de Jesus Santos
Inez Martarelli Picceli
Iolanda
Iraci Feldem Picolli
Irací Izilda Garcia
Iracema Lenharo
Irineu Lyra G. Martins
Irene Martins Maia
Yvone de Souza da Silva
Jairo da Silva Ramos Júnior
João Chaves Cruz
José Francisco de Oliveira
Josefa da Silva Oliveira
José Maria Corrêa
Jurisdínia Almeida Gonsales
Josefa de Macedo Andries
Joaquim Lopes
Luíz Francisco. E Magali Alves
Manoel de Carvalho
Maria Gonçalves Souza
Margarida do Nascimento Pinto
Maria Oneide de Souza Sardin
Maria  Marciliana  Oliveira Ximenez
Maria Alice Romão F. de Mello
Maria Bernadete Alexandrine
Maria Aparecida Aleixo Buscariolo
Maria Aparecida Caetano
Maria Aparecida Fátima de Souza
Maria Aparecida Suniga
Maria Aparecida Uechetti Montovani
Maria Aparecida Varjão
Maria da Conceição Mengallo
Maristela Cardina de Moraes
Maria de Lourdes Lopes de Almeida
Maria de Lourdes Pastrello Pianna
Maria de Lourdes Santos Silva
Maria Luisa M. Santiago
Maria Fernandes Stringheta
Maria Elza Cezar
Maria Sebastiana Rodrigues Gasparoto
Maria Isabel J. de Vasconcellos
Maria Laide S. de Souza
Maria Tereza Dionísio Vilela
Miguel e Dalva
Mirian Abraão Peres
Milton Pereira
Mirtes Mello de Oliveira
Nadir Pires da Silva
Neuza Virgínia Soma Freitas
Neuza Maria Melendes
Nilza Milanda Chinalha
Odair  Silvana e Família
Odette Cury Amaral Gurgel
Olália Silva Godoi
Olmezindo Sandrin
Olívia Barbarotto de Jesus
Osório Luiz Braite
Sérgio Coelho Fernandes
Sérgio Luiz Deladonio
Santa Modesto Orlandi
Sebastiana Maria S. Ribas
Silvana Amaro Tosi
Silmara Cristina Picolo Diomedes
Sônia  Márcia Ponce  Ferreira Néri
Sonia  Gomes Lorca
Suellem Teixeira Fernandes
Rita de Fátima Thereza Delgado
Renato Milagres Costa
Rosemeire Ap. Maia Baptistella
Vera Lúcia Machado Bahia
Vicentina e Bernardino Xavier

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Entrevista com o Frei Luciano que fará a profissão dos votos perpétuos.

“Posso eu estar sobre as pegadas Dele”
PasCom - O chamado à vida religiosa exige uma decisão séria e bem pensada, quando foi que você sentiu que este era o seu caminho? E qual foi o primeiro passo?
Frei Luciano – Após uma caminhada indecisa, “pulando de galho em galho”, através de um convite da minha irmã para participar de um momento de oração em minha comunidade de origem São José Operário – Vila Nova Galvão. Depois daquele momento, decidi ajudar nas pastorais que necessitavam de membros, portanto, comecei ajudando na catequese e participando da pastoral da juventude (momento muito marcante). Com esta participação ativa na comunidade foi que senti o chamado e com a chegada dos frades inacianos em nossa paróquia tive a oportunidade de participar de um encontro vocacional. Ali comecei a discernir sobre o meu chamado, foi o primeiro passo.
PasCom - Como é para você professar os votos, concretizando seu desejo e sua vocação?
Frei Luciano – Professar os votos perpétuos na CMSIA significa o ingresso definitivo (fazer parte desta família de consagrados), assumir de fato o que há três anos professei, consagrando-me a Deus.
PasCom - Uma mensagem final.

Frei Luciano - A vocação nasce a partir do momento que assumimos andar nos caminhos de Deus. Como diz o nosso pai Cônego Gino, “não o mais letrado, o mais forte, ou o mais bonzinho, Ele escolhe aqueles que Ele quer para servir, segundo a sua vontade!” Portanto, a todos os vocacionados digo que pensem e reflitam sobre o chamado de Deus em suas vidas. Hoje em dia, tudo é divertido e belo, mas é necessário encontrarmos jovens que queiram andar “sobre as pegadas de Jesus” (lema para os votos, tirado da carta de Santo Inácio aos Efésios 12,2). Cristo feito homem se fez pobre, casto e obediente. Estendo a todos a minha alegria e peço que continuem rezando por mim. E que a nossa Mãe Divina Pastora, possa nos guiar no caminho do Pai. Abraço Fraternal a todos.